A disputa entre o divino e o efêmero, com desventuras mundanas e angelicais.
Diversos anjos espalhados pela Berlim velam pelos espíritos aflitos e solitários das pessoas, emaranhados no mundo dos pensamentos das mesmas. E em suas percepções em preto e branco tentam trazer algum conformo individual ao pé do ouvido.
Mas um deles é consumido pelo desejo das sensações humanas até que se apaixona por uma trapezista de um circo recém falido. Sua paixão o tira de sua condição imortal, e após abrir o olho em sua nova condição de anjo caído, percebe o mundo dos humanos em cores, sabores, dores, texturas e claro, mais desejos.
Se você não sabe alemão, corre o risco de ser seduzido pela fotografia e esquecer-se das legendas. É um bom exercício de vai e volta.


(Ganhou o prêmio de Melhor Diretor, no Festival de Cannes)

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